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	<title>Designing</title>
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		<title>Pessoas ou consumidores?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 17:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje vivemos o dilema que existe entre sustentabilidade e o consumo. Já é do conhecimento de todos que o mundo como é, não é sustentável. E já que o mundo não é sustentável, temos que definir novos padrões de relacionamento entre pessoas, governos e empresas. O consumo gera emprego e este é necessário para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vivemos o dilema que existe entre sustentabilidade e o consumo. Já é do conhecimento de todos que o mundo como é, não é sustentável. E já que o mundo não é sustentável, temos que definir novos padrões de relacionamento entre pessoas, governos e empresas.</p>
<p>O consumo gera emprego e este é necessário para o crescimento de uma sociedade. Como podemos assegurar uma nova forma de relação interpessoal em que se equalize emprego/crescimento sustentável? E ainda, de quem é a responsabilidade dessa mudança? É da sociedade, governos ou iniciativa privada?</p>
<p>Estas e outras perguntas similares ainda não tem uma resposta definitiva. Ou pelo menos uma que não seja polêmica o suficiente para que haja um consenso. Mas enquanto não se tem uma resposta definitiva, a população do mundo inteiro se mostra cada vez mais preocupada com um consumo consciente e exige das empresas e governos uma resposta a altura de suas exigências.</p>
<p>Esse impasse coloca as agências de comunicação, como é o nosso caso, numa tensão entre o desejo do cliente, que não quer que a sustentabilidade impacte negativamente em suas pretensões de lucro e as pessoas (consumidores), cada vez mais conscientes e exigentes.</p>
<p>Nós, da designing, acreditamos que a sociedade é quem define quem são as empresas, governos e consequentemente aquilo que querem e o que não querem consumir. Hoje, com as redes sociais, qualquer informação seja ela uma piada ou algum fato relevante se espalha sem nenhum controle. Talvez este seja um momento verdadeiramente ímpar na história da democracia.</p>
<p>Aliás, toda sociedade, seja ela da iniciativa privada ou governo, é formada por indivíduos. Por isso a sociedade tem que refletir os valores e vontades dos indivíduos e pelo mesmo movito as marcas estão se tornando mais humanas e isso impacta diretamente no nosso trabalho.</p>
<p>Quando nós imaginamos a comunicação no futuro, imaginamos uma comunicação menos agressiva e invasiva. Uma comunicação que tenha relevância na vida das pessoas e que enxergue cada indivíduo e não a massa. Um futuro em que as marcas serão medidas pelo sua importância dentro da sociedade e não pelo acúmulo de capital ou status.</p>
<p>Por Alexandre Andrade, sócio-fundador Designing</p>
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		<title>Reflexão Sobre Marcas Mais Humanas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 13:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao assistir o vídeo abaixo, fiquei refletindo&#8230; Depois da chegada das redes sociais, definitivamente estamos vivendo uma mudança na forma como os consumidores estão se relacionando com as marcas. As pessoas se tornaram mídias ambulantes. Através da rede, mostram abertamente o que pensam sobre as marcas que consomem e como essas participam de suas vidas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao assistir o vídeo abaixo, fiquei refletindo&#8230; Depois da chegada das redes sociais, definitivamente estamos vivendo uma mudança na forma como os consumidores estão se relacionando com as marcas.</p>
<p>As pessoas se tornaram mídias ambulantes. Através da rede, mostram abertamente o que pensam sobre as marcas que consomem e como essas participam de suas vidas.</p>
<p>São as pessoas que criam, movimentam e motivam uma marca, e não o contrário. Acredito, numa visão otimista, que cada vez mais, com a mudança da consciência humana, com o tempo, as corporações terão como visão clara que elas não existem para proteger o patrimônio privado, mas sim seu patrimônio humano e o patrimônio humano com o qual se relaciona.</p>
<p>Tenho certeza que daqui a um tempo as marcas e as corporações que não tiverem isso claro não sobreviverão.</p>
<p>A palestra de Fábio Seixas, fundador do site Camiseteria, ministrada no evento TEDx é uma aula-inspiração para empresários e profissionais envolvidos em comunicação, mostrando o quanto hoje se faz necessário rever questões das marcas.</p>
<p>Se tiver um tempinho, 16 minutos, assista ao vídeo.</p>
<p><strong>Tati Andimena, diretora de arte Designing</strong></p>
<p><a href="http://www.designing.com.br/blog/reflexao-sobre-marcas-mais-humanas/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Orgulho de mãe.</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando comentei no Facebook o nosso primeiro post aqui do blog, não imaginava que seria o tema para o próximo. E olha que passei alguns dias tentando encontrar um para escrever. Pensei em temas mais abstratos, como gratidão, mas falar da Designing como uma filha foi algo que achei que seria menos impessoal. Não queria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comentei no Facebook o nosso primeiro post aqui do blog, não imaginava que seria o tema para o próximo. E olha que passei alguns dias tentando encontrar um para escrever.</p>
<p>Pensei em temas mais abstratos, como gratidão, mas falar da Designing como uma filha foi algo que achei que seria menos impessoal. Não queria que meu primeiro post fosse sobre temas relacionados ao nosso <em>business</em>, ao mercado. Queria algo mais humano, mais vindo do coração. E nada melhor do que falar do seu próprio filho, ou melhor, filha.</p>
<p>A Designing nasceu há onze anos. Veio de um sonho meu e do Alexandre (meu sócio e marido), que buscávamos uma empresa diferente das outras. Uma empresa em que as pessoas pudessem valorizar suas vidas, e não somente o trabalho. Em que pudessem trabalhar, mas ter seu tempo para voltar para casa e fazer suas próprias coisas. Não queríamos uma empresa em que houvesse hora para entrar, mas não para sair. Para a gente, era justamente o contrário. Acho que, por isso, tivemos tantos amigos que passaram por aqui. E ainda alguns que, mesmo não estando aqui dentro, continuam nos dando suporte e torcendo pela gente.</p>
<p>O começo não poderia ser mais pessoal. Trabalhamos durante quatro anos na nossa própria casa, tendo a companhia do nosso labrador Luca. E olha que às vezes ele vem nos fazer uma visita aqui no escritório. Até hoje me pergunto como conseguíamos dividir a mesma cozinha, com todo mundo fazendo o seu próprio almoço. E a gente conseguia!</p>
<p>Depois, fomos para o espaço em que estamos hoje. Reformamos, deixamos a nossa cara. Até a um jardim externo, com direito a reuniões ou almoços <em>outdoor</em>, podemos nos dar ao luxo&#8230;</p>
<p>Outro dia que não posso esquecer foi o da nossa mudança. Coincidência ou não, foi no mesmo dia em que o Alexandre estava chegando a Santiago de Compostela, na Espanha, depois de andar 30 dias no Caminho de Santiago. Também dia de São João. Coincidências&#8230;</p>
<p>E por aí vão tantas outras histórias. Várias pessoas já passaram, filhos foram nascendo, amizades foram se fortalecendo.</p>
<p>Reconheço que, em muitos momentos, não quis que a “filha” crescesse. Achava que crescer era ter mais preocupações, mais problemas. Mas crescer é inevitável. É aprendendo a cada dia que se aprimora, que se vive. É caindo que se aprende a levantar. É arriscando que se aprende a ganhar e também a perder. E é crescendo que se aprende a viver.</p>
<p>Nenhuma mãe tem o direito de cessar essa tendência natural na vida de qualquer filho. É inevitável. Semana passada, um amigo meu me disse que há um pássaro que, quando percebe que o filhote está pronto para o voo, destrói o próprio ninho. E hoje sinto que, mais do que nunca, a Designing está pronta.</p>
<p>Hoje, olho para trás e vejo que cada dia valeu a pena. Que cada um foi importante para que chegássemos onde estamos, com a experiência que temos hoje, com o aprendizado que fomos acumulando. Agradeço a cada um que ajudou ou que trabalha para que a gente continue a crescer. E que este orgulho que sinto hoje não seja apenas orgulho de mãe, mas um sentimento compartilhado com todos que participaram e participam desta história. Gratidão.</p>
<p><em>Nivia Barbosa, sócia-diretora da Designing</em></p>
<div id="attachment_317" class="wp-caption alignleft" style="width: 544px"><a href="http://www.designing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ilust.gif"><img class="size-full wp-image-317 " title="Crescimento" src="http://www.designing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ilust.gif" alt="Crescimento" width="534" height="278" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;crescendo se aprende a viver&#8230;</p>
</div>
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		<title>A Designing mudou&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Designing mudou. E isso é ótimo, porque mudar é olhar para o mundo de outra maneira. É como aquele carinha do filme, que subiu na cadeira e enxergou a turma da escola a partir de um ponto de vista que ele jamais havia imaginado. Pois é, a Designing decidiu subir na cadeira e olhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.designing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/a-designing-mudou.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-275" title="A Designing Mudou" src="http://www.designing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/a-designing-mudou-300x200.jpg" alt="A Designing Mudou" width="300" height="200" /></a> A <strong>Designing</strong> mudou. E isso é ótimo, porque mudar é olhar para o mundo de outra maneira. É como aquele carinha do filme, que subiu na cadeira e enxergou a turma da escola a partir de um ponto de vista que ele jamais havia imaginado. Pois é, a Designing decidiu subir na cadeira e olhar para tudo o que já fez em 10 anos de existência. E ficou muito feliz com o que viu: campanhas criativas e de resultados, soluções únicas para cada necessidade, equipe coesa e entrosada e uma relação sempre honesta e franca com os clientes. E lá do alto dessa cadeira a Designing decidiu olhar para a frente pra ver o que ela ainda poderia fazer. E descobriu, vejam só, que ela pode ajudar a fazer do Brasil (e do mundo!) um lugar melhor.</p>
<p>Como?</p>
<p>Continuando a criar comunicação com a mesma qualidade, mas com um olho nos resultados do cliente e outro no que aquelas ações de marketing vão trazer de benefício para a sociedade. Em um momento em que as redes sociais transformaram cada pessoa em uma fonte de informações, as empresas que visam apenas o lucro vão logo ficar para trás. Nesse novo contexto da comunicação, é fundamental poder contar com uma agência que esteja pronta para os desafios que se apresentam, que conheça a realidade do mercado local mas saiba o que se passa fora do país, que valorize e aproveite o potencial do nosso povo, sua multiplicidade cultural, sua mistura de raças, sua enorme criatividade. Pra Designing, ser brasileiro é muito mais do que ser verde-amarelo. É pensar laranja-roxo, enxergar vermelho-preto, sentir marrom-bege, ousar verde-rosa, imaginar dourado-cinza e falar arco-íris. É ser todas as cores reunidas em um só povo. E em uma só agência.</p>
<p><a href="http://www.designing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/a-designing-mudou1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-276" title="A Designing Mudou " src="http://www.designing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/a-designing-mudou1-1024x682.jpg" alt="A Designing Mudou " width="580" height="386" /></a></p>
<p>A <strong>Designing</strong> tem uma preocupação com o design brasileiro, a partir disso fizemos uma pesquisa entre designers brasileiros desenvolvedores de fontes e a escolhida para nova marca foi a NU JAZZ criada pelos designers Sérgio Berkenbrock e Bruno Berkenbrock.</p>
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